domingo, 31 de janeiro de 2010

12 anos


12 anos

Uma menina escondida
Em um canto em um galpão
Seus sentimentos foram embora
Só sobrou seu coração

E o coração está vazio
Não tem a quem amar
Não tem um pai, não tem família,
Agora é só chorar

Um espelho em suas mão
Onde via sua alma doente
Uma garota cansada da vida
De esperança sempre carente

Uma menina, uma escrava,
Perdida no pó e no craque
Sua beleza fora roubada
E vendida pra realidade

Rostinho de criança
E um corpo feito pro pecado
Mas o paraíso já espera
Por esse anjo abandonado.

Carol Nader


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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Sorria! :)


É melhor ser legre que ser triste, a alegria é a Melhor coisa que existe!



Sorria. Um sorriso, só traz alegria! :o)


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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Mesa? Mesa.


Quando eu era pequena, me lembro de perguntar a minha mãe:

'Mãe, como você se chama?'
'Angela.'
'Por que você se chama assim?'
'Porque a minha mãe escolheu.'
'E por que mesa se chama mesa?!"
'Ah... não sei... °'

Quem é que escolhe como as coisas devem ser?
E quem é que escolhe quem escolhe como as coisas devem ser?
...

Se fossem certas as pessoas que escolhem as soluções, o mundo não estaria esta confusão.
Talvez as pessoas que julgam a "certeza" das pessoas sejam as erradas.
E quem as separará das certas?!

(pena que o mundo não se resume só à minha cabeça)

Haha, pensamentos absurdos podem salvar vidas - e blogs.

(e aí, alguém sabe quem escolheu o nome da mesa?)

...

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Então Viva!


Morre Lentamente...

Morre lentamente quem não viaja , quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos. Quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pingos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, coração aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem passa os dias se queixando da sua má sorte ou da chuva incessante.

Morre lentamente quem abandona um projeto antes de inicia-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige muito mais do que o simples fato de respirar!

domingo, 22 de novembro de 2009

Oração da Serenidade

“Eu coloco minha mão na sua,
Uno meu coração ao seu,
Para juntos podermos fazer
Aquilo que sozinho não consigo.

Concedei-me, Senhor,
A serenidade necessária
Para aceitar as coisas que não posso modificar,
Coragem para modificar aquelas que posso
E sabedoria para distinguir uma das outras.

FORÇA!”

Um dia de cada vez



Só por hoje eu quero começar uma vida diferente...
Quero seguir sorrindo, mesmo que tiver muitos e muitos motivos pra chorar...
Quero me sentir firme, decidida, mesmo que as situações sejam contrárias, opostas a tudo que sempre esperei.
Quero acreditar que o tempo será favorável, e que as marcas vão se apagar.
Só por hoje quero buscas um fio de esperança que seja pra me manter bem, confiante.
Só por hoje vou caminhar em terra firme, e que meus pés não fujam do chão.
Só por hoje, um dia que cada vez, buscando o eterno.

sábado, 7 de novembro de 2009

Escrever?


"Por que as pessoas escrevem? Já me fiz tantas vezes esta pergunta que hoje posso responde-la com a maior facilidade. Elas escrevem para criar um mundo no qual possam viver. Nunca consegui viver nos mundos que me foram oferecidos: o dos meus pais, o mundo da guerra, o da política. Tive de criar o meu, como se cria um determinado clima, um país, uma atmosfera onde eu pudesse respirar, dominar e me recriar a cada vez que a vida me destruísse. Esta é a razão de toda obra de arte.”

Anaïs Nin